O futebol como prática esportiva em projetos sociais

Determinado espaço retangular para 22 pessoas que disputando uma bola, fazendo uso dos pés, e obedecendo 17 regras para alcançar, buscam com ardor coloca-la dentro da baliza (duas traves e um travessão), estamos falando do Futebol. Ele encanta todos os seus praticantes, seja masculino ou feminino, tem sua data de comemoração escolhida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) hoje, homenageando a data de fundação do primeiro clube brasileiro Sport Club Rio Grande, em 19 de julho de 1900.

O Futebol é o esporte mais popular do Brasil, tendo praticantes de todas as faixas etárias e classes sociais que quando colocados num campo fomentam o desejo de comemorar o ato mais importante do jogo: gol. Assim, o Futebol quando inserido em projetos sociais, tem como intenção ser uma ferramenta de aproximação a diferentes pontos de encaminhamentos individuais ou coletivos.

Conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) em 2015, 15,3 milhões de pessoas praticaram futebol como principal modalidade esportiva, e sendo 39,3% dos 38,8 milhões de brasileiros praticantes de esportes.  Na Região Sul do Brasil esse percentual significa 35,1%, sendo 5,4 milhões de praticantes.

Quando falamos da importância da prática esportiva em projetos sociais, em especial o futebol, de forma individual se destaca: percepções óticas sobre a prática, melhora da flexibilidade, da coordenação motora, da mobilidade articular, do reflexo, da agilidade e da concentração. No campo coletivo relacionamos questões de cooperação, ataque e defesa, e ações conjuntas para construção de espaços para o ataque, criando condições para o gol e a defesa, diminuir as possibilidades de gol do adversário.

Desta forma, percebemos a importância desta prática por referenciar um grande número de participantes no Brasil, como também a importância de disparadores individuais e coletivos durante a sua prática. Que continuemos a celebrar esta data e alimentar as perspectivas dos jogadores e jogadoras.

Jonas Aroldi Oliveira
Educador Oficineiro Desporto

Referências
Práticas de esporte e atividade física: 2015 / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. – Rio de Janeiro: IBGE, 2017.

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