Sobre o CPCA

Quem somos
Somos o CPCA, Centro de Promoção da Criança e do Adolescente, o qual constitui-se sob a denominação Instituto Cultural São Francisco de Assis referido com ICSFA, a pessoa Jurídica de direito privado, na forma de Associação, entidade Filantrópica, beneficente de assistência Social, cultural e educacional, sem fins lucrativos e com fins não econômicos, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica.( ver Estatuto Art1º §1º, §2º e § 3 º ). O ICSFA tem Por finalidades: Promover a assistência social beneficente a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social, mantendo programa sócio educativos de proteção,de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente - (ECA);Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ( LDB), Lei Orgânica da Assistência Social ( LOAS).( veja Transparência o Estatuto Art IIº do I ao XV).
Nossa história
O CPCA inicia suas atividades em 1979 com a abertura da “Creche dos Freis”. Fundada por Frei Bruno Goettens. No princípio a preocupação era garantir aos trabalhadores provenientes do êxodo rural um espaço onde os pais pudessem deixar seus filhos enquanto trabalhavam. Neste mesmo ano altera sua razão social para “Centro de Promoção do Menor” e estabelece parceria com a Missioszentrale der Franciskaner – MZF.
Em 1986 a instituição firma nova parceria, agora com a Kindernothilfe – KNH. Novos desafios são postos. Se faz necessário, a partir deste momento, trabalhar com métodos, ampliam-se os objetivos, reordena-se os serviços ofertados e altera-se a forma de organização da entidade como um todo.
Observando a linha do tempo, que destaca a evolução da instituição e a evolução do marco legal da Assistência Social, podemos constatar que o CPCA, a cada parceria firmada e a cada nova legislação, não só amplia seus serviços, programas e projetos, mas também mantém uma preocupação constante com sua adequação e qualidade, sempre convicto de sua missão, visando à plenitude da visão da entidade e seguindo fielmente seus princípios e diretrizes no desenvolvimento de suas atividades.
A Carta Magna de 1988 é o marco inicial da Assistência Social no Brasil. A “Constituição Cidadã”, como foi chamada, confere, pela primeira vez, a condição de política pública à assistência, constituindo, no mesmo nível da saúde e da previdência o tripé da Seguridade Social. Esta Constituição, por meio de seu artigo 227, reconhece a criança e o adolescente como sujeitos de direitos em pleno desenvolvimento, estando sob a responsabilidade da família, do poder público e de toda a sociedade.
Conforme expresso na Constituição Federal, têm a família, a sociedade e o Estado o dever de assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, os seus direitos fundamentais, além de colocá-los à salvo de toda a forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei Orgânica da Assistência (LOAS), A Declaração e Programa de Ação sobre a Cultura da Paz, a Política Nacional da Assistência (PNAS), o SUAS e o Plano Nacional de Promoção, Proteção e defesa do Direito de Crianças e Adolescente à Convivência Familiar e Comunitária, são legislações que normatizam, complementam e asseguram o que fora garantido na Constituição Federal e, serão alvo de maior atenção no decorrer deste trabalho.
Missão
Incidir no processo de desenvolvimento integral do público alvo da assistência social, com vistas a sustentabilidade e fortalecimento da comunidade com base nos princípios franciscanos de respeito a vida e justiça social.
Visão
Ser uma instituição necessária, integrada e pertinente, reconhecida pela sociedade por sua excelência na garantia das seguranças de acolhida, de convívio familiar, comunitário e social, e de desenvolvimento de autonomia.
Princípios
Todo cidadão é filho de Deus; A VIDA é sagrada – está acima de qualquer outra opção, Justiça Social – onde a vida está mais ameaçada e fragilizada é onde deve-se dar mais atenção e fomentar uma ação articulada; O jeito de se fazer as coisas, ou ensinar algo, é fundamental sem, no entanto, desprezar a importância do conteúdo; Política de Assistência Social emancipadora - que contribua para o processo de desenvolvimento integral do sujeito.
Valores
  • Espiritualidade
  • Solidariedade
  • Responsabilidade
  • Diálogo
  • Fraternidade
  • Ética
  • Alteridade
O que nos move?
Valores cristãos franciscanos e ecumênicos; que promovem a dignidade humana e; que recuperam os direitos ameaçados ou violados das crianças, adolescentes e suas famílias, bem como da comunidade e de toda a pessoa em vulnerabilidade. Tendo como principal ponto de referência e intervenção o diálogo, valorizando a realidade do ser humano e respeitando o sagrado que habita em cada sujeito.
Quais são as ações que desenvolvemos?
1. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para crianças e adolescentes de 6 a 15 anos; SASE (Serviço de Apoio Sócio Educativo)
2. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para crianças e adolescentes de 15 a 18 anos: TE (Trabalho Educativo);
3. Fortalecimento de Vínculos: articulação com a família Ações de Suporte ao Programa; (SAF).
4. Serviço de Abordagem Social de Rua: (Ação Rua);
5. Justiça Restaurativa
6. Programa de Educação Integral - (PEI) - “Orquestra Villa Lobos”;
7. Acolhimento Institucional: AR7 e AR8
8. Programa Aprendizagem Profissional;
9. Cursos de Aprendizagem;
10. Rede de Qualificação e Suporte Familiar em parceria com a Paróquia Santa Clara;
11. PENSE – Programa de Execução de Medidas Sócio Educativa;
12. Centro de Juventude
13. Maleta Futura
Nosso modelo de gestão
O Centro de Promoção da Criança do Adolescente possui uma Direção Geral nomeada pelo Instituto Cultural São Francisco de Assis em que, está à frente o Frei Luciano Elias Bruxel - OFM, este, no âmbito da execução do trabalho, se soma a dois outros profissionais que constituem a direção executiva do CPCA.
A direção executiva da instituição é constituída do Diretor Geral: Frei Luciano Elias Bruxel, do Diretor Pedagógico: Everton Silveira e do Diretor Administrativo: Rudimar Junges.
A diretoria conta com áreas de apoio que lhes dão suporte, são elas: Coordenações de programas, projetos e serviços, setor administrativo e secretaria, setor de recursos humanos, escritório de contabilidade, assessoria jurídica, e, apoio e manutenção. As áreas acima mencionadas por sua vez constituem equipes de trabalho que sustentam as frentes de execução do CPCA.
Diretrizes
Dimensão ecológica – a compreensão franciscana de ecologia convida a sermos guardiões da criação – devemos tornar o amargo em doçura; Busca constante da humanização – através de relações fraternas, solidárias, de respeito e de construções coletivas; Centralidade na família – com o fortalecimento de suas funções básicas de proteção, de socialização, de referência moral, de identidade grupal e de mediadora das relações dos seus membros com outras instituições sociais e com o Estado; Participação Popular – Estímulo constante ao protagonismo, utilizando o amor como meio de resgate de si próprio (aceitação de si), e da capacidade de conviver e estabelecer relações construtivas; Operacionalização da Política de Assistência Social em Rede – com planejamento e intervenções intersetoriais, articulando as diversas instituições envolvidas, principalmente as das áreas da educação, saúde e geração de trabalho e renda; Estabelecimento de Parcerias – Com organizações governamentais, não governamentais e segmentos empresariais, na captação de recursos e qualificação das atividades desenvolvidas de forma a multiplicar efeitos e resultados desta Entidade; Implantação da Gestão de Pessoas – que reconheça a natureza e a especificidade do trabalhador e também o conteúdo intersetorial de sua atuação, as relações internas e externas – com ênfase na comunicação não violenta e, tendo como base a atividade fim da Instituição e os princípios franciscanos.
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